Ainda que com 1 semana de atraso, li hoje no site da revista Exame uma matéria bem explicativa sobre convênios e câncer. Chamada "
Quem tem câncer consegue contratar um plano de saúde?", trata justamente dessa dificuldade, ou mal necessário, como muitos falam. Sem o convênio, seria praticamente impossível ter feito meu tratamento - aparentemente, uma sessão de ABVD custa uns 15 mil reais - e eu fiz 16 sessões. Por mais restrições que o plano tenha, por causa do ROL de procedimentos do Ministério da Saúde, fiz todo o tratamento em clínica particular, e só tive que gastar com o PetScan e com um remédio (não foi barato, mas deu pra pagar). Já falei disso outras vezes aqui no blog. Desde 2009, após o término do tratamento, já troquei de convênio duas vezes, por motivos de trabalho. Da primeira vez, como foi só migração, não tive carência; da segunda, foi uma contratação nova, e aí eu caí na carência. Tenho que esperar até novembro desse ano pra fazer exames de imagem, só os exames mais simples ficam liberados. E enquanto isso, claro, tem os aumentos nas mensalidades, os reajustes, que foram anunciados ontem, até, pela ANS.
Enfim, fica a dica de leitura. Aos visitantes do blog que moram fora do Brasil, me digam: como é o tratamento nos países de vocês?
Um abraço, Juliana